2011 — 2016

FAT

Professor

Technical Education and Talent Development

Ensinar é uma das minhas paixões

O trabalho na Faculdade de Tecnologia de Alagoas – FAT sempre foi natural para mim. Ensinar é paixão e forma de retribuir à comunidade, ajudando pessoas a atingir potencial que às vezes nem sabem que têm.

Além da ementa

Na universidade, com a ementa em mãos, o básico era preparar material e seguir cronograma. Mas comigo nunca foi tão simples: quando vejo jovens com potencial, quero desafiar limites — para eles e para mim.

A postura que marcava

Logo na primeira aula de cada disciplina eu dizia:

"Quando eu não souber algo, vou ter a cara lisa de dizer: não sei. Mas vou procurar saber e depois explico."

Mantive proximidade grande com a turma, ouvindo dúvidas, inseguranças e dificuldades.

Aprendizagem colaborativa

Às vezes eu fingia não dominar um assunto para que os próprios alunos explicassem e discutissem. Isso criava explicações coletivas, interação e entrosamento.

Rigor com proximidade

Turmas integradas e descontraídas, mas com rigor e detalhe nas avaliações — em alguns momentos até carrasco. Ainda assim, sextas à noite tinham alta presença.

Aprender sempre

Quando não dominava um tópico, redobrava esforços: colegas professores, livros, comunidade técnica. Colaboração fluía naturalmente.

Grupos e mercado

Incentivei grupos de estudo e acompanhei a evolução dos alunos. Encaminhei jovens para o mercado, indicando a colegas e empresas; depois, na minha própria empresa, contratei talentos dedicados e promissores.

Quem escolhe ser professor raramente o faz só pelo salário. O que motiva é vocação e amor pela educação, vontade de contribuir para que outros cresçam e façam diferença.

Caso Técnico Detalhado — FAT

Visão Geral

Atuei na Faculdade de Tecnologia de Alagoas em um contexto acadêmico no qual o papel do professor ia muito além de preparar material e seguir a ementa. O desafio central era transformar disciplinas técnicas em ambientes reais de aprendizagem, mantendo proximidade com os alunos sem abrir mão de rigor, profundidade e responsabilidade sobre a evolução da turma.

Contexto

  • alunos com níveis diferentes de maturidade e segurança
  • dúvidas técnicas e inseguranças nem sempre explicitadas com facilidade
  • conteúdos que exigiam aprofundamento além da apresentação tradicional
  • necessidade de manter engajamento real em disciplinas técnicas
  • expectativa de evolução concreta, e não apenas cumprimento de carga horária

Objetivo da Atuação

  • construir confiança intelectual dentro da turma
  • incentivar autonomia e investigação
  • estimular explicações coletivas e aprendizagem entre pares
  • manter alto nível de exigência acadêmica
  • criar grupos de estudo e compartilhamento de conhecimento
  • identificar talentos com potencial real de crescimento
  • aproximar a formação acadêmica das oportunidades do mercado

Estratégia Adotada

  1. Honestidade intelectual — quando eu soubesse, ensinaria com clareza; quando não soubesse, diria explicitamente
  2. Proximidade real com a turma — ouvindo dúvidas, inseguranças e dificuldades
  3. Aprendizagem colaborativa — estimulando que os próprios alunos explicassem conceitos
  4. Integração entre ambiente leve e alto rigor — avaliação criteriosa com ambiente integrado
  5. Aprendizado contínuo — recorrendo a colegas, livros e comunidade técnica
  6. Ponte com o mercado — identificando e encaminhando talentos para oportunidades

Resultados Alcançados

  • turmas com alto nível de integração e participação
  • fortalecimento da autonomia intelectual dos alunos
  • manutenção de rigor acadêmico sem perda de proximidade
  • alto índice de presença mesmo em aulas de sexta-feira à noite
  • formação de grupos de estudo e cultura de troca de conhecimento
  • encaminhamento de alunos para oportunidades profissionais reais

Relevância Técnica e Educacional

  • technical education
  • talent development
  • aprendizagem colaborativa
  • liderança educacional
  • mentoring
  • conexão entre formação acadêmica e mercado de trabalho