Ensinar é uma das minhas paixões
O trabalho na Faculdade de Tecnologia de Alagoas – FAT sempre foi natural para mim.
Ensinar é paixão e forma de retribuir à comunidade, ajudando pessoas a atingir
potencial que às vezes nem sabem que têm.
Além da ementa
Na universidade, com a ementa em mãos, o básico era preparar material e seguir
cronograma. Mas comigo nunca foi tão simples: quando vejo jovens com potencial, quero
desafiar limites — para eles e para mim.
A postura que marcava
Logo na primeira aula de cada disciplina eu dizia:
"Quando eu não souber algo, vou ter a cara lisa de dizer: não sei. Mas vou procurar saber e
depois explico."
Mantive proximidade grande com a turma, ouvindo dúvidas, inseguranças e
dificuldades.
Aprendizagem colaborativa
Às vezes eu fingia não dominar um assunto para que os próprios alunos explicassem e
discutissem. Isso criava explicações coletivas, interação e entrosamento.
Rigor com proximidade
Turmas integradas e descontraídas, mas com rigor e detalhe nas avaliações — em
alguns momentos até carrasco. Ainda assim, sextas à noite tinham alta presença.
Aprender sempre
Quando não dominava um tópico, redobrava esforços: colegas professores, livros,
comunidade técnica. Colaboração fluía naturalmente.
Grupos e mercado
Incentivei grupos de estudo e acompanhei a evolução dos alunos. Encaminhei
jovens para o mercado, indicando a colegas e empresas; depois, na minha própria
empresa, contratei talentos dedicados e promissores.
Quem escolhe ser professor raramente o faz só pelo salário. O que motiva é vocação e amor
pela educação, vontade de contribuir para que outros cresçam e façam diferença.
Caso Técnico Detalhado — FAT
Visão Geral
Atuei na Faculdade de Tecnologia de Alagoas em um contexto acadêmico no qual o papel do professor
ia muito além de preparar material e seguir a ementa. O desafio central era transformar
disciplinas técnicas em ambientes reais de aprendizagem, mantendo proximidade com os alunos sem
abrir mão de rigor, profundidade e responsabilidade sobre a evolução da turma.
Contexto
- alunos com níveis diferentes de maturidade e segurança
- dúvidas técnicas e inseguranças nem sempre explicitadas com facilidade
- conteúdos que exigiam aprofundamento além da apresentação tradicional
- necessidade de manter engajamento real em disciplinas técnicas
- expectativa de evolução concreta, e não apenas cumprimento de carga horária
Objetivo da Atuação
- construir confiança intelectual dentro da turma
- incentivar autonomia e investigação
- estimular explicações coletivas e aprendizagem entre pares
- manter alto nível de exigência acadêmica
- criar grupos de estudo e compartilhamento de conhecimento
- identificar talentos com potencial real de crescimento
- aproximar a formação acadêmica das oportunidades do mercado
Estratégia Adotada
- Honestidade intelectual — quando eu soubesse, ensinaria com clareza; quando
não soubesse, diria explicitamente
- Proximidade real com a turma — ouvindo dúvidas, inseguranças e dificuldades
- Aprendizagem colaborativa — estimulando que os próprios alunos explicassem
conceitos
- Integração entre ambiente leve e alto rigor — avaliação criteriosa com
ambiente integrado
- Aprendizado contínuo — recorrendo a colegas, livros e comunidade técnica
- Ponte com o mercado — identificando e encaminhando talentos para
oportunidades
Resultados Alcançados
- turmas com alto nível de integração e participação
- fortalecimento da autonomia intelectual dos alunos
- manutenção de rigor acadêmico sem perda de proximidade
- alto índice de presença mesmo em aulas de sexta-feira à noite
- formação de grupos de estudo e cultura de troca de conhecimento
- encaminhamento de alunos para oportunidades profissionais reais
Relevância Técnica e Educacional
- technical education
- talent development
- aprendizagem colaborativa
- liderança educacional
- mentoring
- conexão entre formação acadêmica e mercado de trabalho